3 opiniões sobre “Aula de 30/06/1994 – Lucrécio: a felicidade suprema e a arte humana da infelicidade”

  1. Os 4 últimos minutos da parte 2 dessa aula, há um diálogo de Cláudio com uma aluna sobre a noção de “trágico” que é um pequeno poema filosófico, que vale a pena ser ouvido.
    Resumo: “Nosso corpo não nos pertence, pertence à natureza”… Pois os átomos eternos que compõem todos os corpos não se cansam de construir novos e novos mundos. Combinatória epicurista, lucreciana ou espinozista.

  2. esse Claudio Ulpiano deixa a gente tonta, essa foi uma aula que ouvi após a trilogia de aulas sobre Lucrécio, logo foram quatro bombas atômicas nesse frágil corpo e mente tomados pelos falsos infinitos. Queria dizer o quanto o trabalho de todos os seus alunos em gravar e postar as gravações e transcrições são perigosos e necessários, afinal essas lições e estímulos para a leitura e para o pensamento se multiplicam. Em tempos de Felicianos, a urgência de combater o dito ‘homem religioso’, no sentido dado nessas aulas, se materializa. Lindo esse homem chamado Claudio, bom que posso conhece-lo mesmo ‘morto’, ele continua emitindo seus átomos, que maravilha esses serem eternizados neste dispositivo.

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