Hábito e renovação – uma aula dadaísta: aula em vídeo de Claudio Ulpiano (verão de 1997)


"O homem é um ser esquartejado, pois recebe os acontecimentos do exterior com sua estrtutura sensória, e reage a eles com sua estrutura motora. Entre a percepção e a reação há um pequeno intervalo. O que marca e define a humanidade é este pequeno intervalo - o Tempo. (...) A vida se dá no Tempo, e o Tempo é renovação".

3 opiniões sobre “Hábito e renovação – uma aula dadaísta: aula em vídeo de Claudio Ulpiano (verão de 1997)”

  1. Muito boa esta aula, porém,lamentavelmente, aos 00:31:43m o vídeo para e não continua, talvez algum problema com a minha máquina.
    Quanto aos conteúdos, é um prazer compartilhar a maneira tranquila e segura em que o professor Claudio Ulpiano desenvolve sua temática, uma viagem convidativa a reflexão. Parte da ideia do idiota e da fissura, literatura e cinema e nos proporciona um corajoso desvelamento a uma pretensa oposição ordem e desordem em analogia a semelhança caos e desordem. Afinal ,quem é este idiota senão aquele que não responde a questão que lhe é proposta e por assim não o fazer procura pelos dados de tal questão, eis aqui nossa aproximação de uma possível conceituação desta figura do filósofo.

    1. Olá, Anderson
      Acabei de testar o vídeo, e ele está funcionando normalmente, até o fim.
      Experimente baixar no seu computador a versão mais atual do Adobe Flash Player, uma vez tive este problema e resolvi assim. Ou talvez seja apenas uma demora em carregar o vídeo. Tente outra vez, espero que consiga!
      Qualquer problema, escreva-nos.
      Um abraço, Marici (Editoria)

  2. Se o caos, como desordem, não existe, no sentido de que ele não é uma desordem mas uma “ordem à qual não estamos associados” como coloca o Cláudio (em 28:16 mins). Ou seja, se, em última análise, o caos é uma ordem ligada a um sistema acentrado e por isso nos perdemos nele, então uma maneira de nos adestrarmos para que possamos confrontar o caos é mergulharmos no entendimento do maior número possível de “modos de ordem” (por exemplo: “multiplicando o nº possível de autores de arte, filosofia, ciência com o qual nos inteiramos e dos quais buscamos o entendimento!).
    E esse é o exercício que nos propicia o aumento da potencia de nosso entendimento. É o “método de trabalho”, o exercício próprio de Deleuze e do Cláudio…

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