Manuscritos

Aqui estão alguns dos textos que Claudio escreveu para si mesmo, quase todos em pequenos blocos ou em cadernos que usava para anotações das aulas. Achamos por bem publicá-los na medida em que um filósofo jamais escreve de fato para si mesmo. Na leveza, no humor ou na melancolia destes pequenos fragmentos, é evidente a presença de um pensamento filosófico que vai muito além de sentimentos pessoais. E justamente porque foram escritos no correr da vida cotidiana, no intervalo de estudos e aulas ou numa noite branca, é que decidimos publicá-los como manuscritos. São eles expressões materiais de momentos muito particulares, nos quais não poderemos penetrar, é óbvio. Mas o papel e a letra acabam trazendo para a leitura um pouco da atmosfera em que os textos foram produzidos.

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