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VIVA CLAUDIO ULPIANO – EVENTO – DIA 18/09

Muitos conhecem Claudio Ulpiano – o brilhante professor que iniciou inúmeros alunos no estudo rigoroso e vívido da filosofia e na experimentação consistente do pensamento de Gilles Deleuze. Muitos conhecem a beleza de suas aulas, sua extraordinária capacidade didática, sua generosidade teórica incomum. Poucos, no entanto, conhecem seu trabalho de filósofo, aquele erguido no vazio de noites insones, na solidão irredutível da criação, ao longo de sua vida.

“Gilles Deleuze: a grande aventura do pensamento", livro póstumo de Claudio Ulpiano, recentemente publicado, preenche em parte essa lacuna, deixando entrever sínteses inéditas da incursão de Ulpiano pela obra deleuziana. Este trabalho, de forma e propósito inovadores, desvela um aspecto ainda pouco conhecido do autor – sua escrita. Para apresentá-lo, o Centro de Estudos Claudio Ulpiano convidou seis professores, também intercessores na grande aventura do pensamento sobre a qual discorre Ulpiano, que integrarão duas mesas sobre temas nele trabalhados. “Parece que a Lógica do Sentido não é um livro como os outros – mas uma enciclopédia sem definição...” Essa proposição de Ulpiano poderia ser aplicada ao seu próprio livro.
O CCLULP convidou, ainda, o músico Paulinho Moska, também antigo aluno de Ulpiano, que fará um "talk-show, intitulado "Canções com sentido”, quando contará e cantará seu encontro com Claudio Ulpiano e a transformação por ele sofrida em suas composições a partir dessa relação professor-aluno, para mostrar que "pensar é criar" ou que, da perspectiva da música, "pensar é fazer música". Neste caso, inspiradas pelos conceitos filosóficos apreendidos ao longo dos cursos de Ulpiano.
A frase “Viva Claudio Ulpiano!”, gravada nas paredes da UFF, no Campus do Gragoatá, foi o que inspirou o título deste evento. A obra de Claudio Ulpiano é um monumento filosófico, é um monumento de idéias, de perceptos e afetos. O co-memorar do monumento, portanto, não comemora o passado, mas a conquista de um afeto ativo, de uma alegria, que é abertura à eternidade da beatitude. É um monumento filosófico que co-memora resistindo; e nos ajuda a resistir a este tempo presente, em nome de um tempo por vir. Por isso, fazemos eco à exclamação anônima que nos convoca, ao mesmo tempo, à comemoração e à resistência. Sim! Viva Claudio Ulpiano!
"VIVA CLAUDIO ULPIANO!" integra o programa "INTERFACES II", desenvolvido pelo IACS – Instituto de Arte e Comunicação Social / UFF
DATA: 18 de setembro
LOCAL: Sala InterArtes do IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social / UFF, na rua Lara Vilela, 126 - Ingá, Niterói.

PROGRAMAÇÃO:

Palavras de abertura
Silvia Ulpiano - Presidente do Centro de Estudos Claudio Ulpiano
14h/16h Mesa 1: "A Aventura do Pensamento"
Participação dos professores: Tatiana Roque (UFRJ / Instituto de
Matemática), Mário Bruno (UFF / UERJ - Instituto de Letras ) e
Leonardo Maia (UFRJ / Faculdade de Educação).
16h/ 18h Mesa 2: "Claudio implicado; Claudio explicado "
Elton Luiz Leite de Souza (UNIRIO / Filosofia), Luiz Manoel Lopes
(UFCA / Filosofia) e Paulo Oneto (UFRJ / Centro de Filosofia e
Ciências Humanas).

Lançamento do livro Gilles Deleuze: A Grande Aventura do Pensamento, de Claudio Ulpiano.

20h - "Canções com sentido: um encontro com Claudio Ulpiano",
talk-show com o músico Paulinho Moska.

CLAUDIO ULPIANO: A EXPRESSÃO DE SINGULARIDADES E ACONTECIMENTOS

Foi em uma belíssima aula de Claudio Ulpiano, há mais de 25 anos, que ouvi falar, pela primeira vez, o nome do poeta Manoel de Barros. Era um poeta sendo citado em uma aula que era um poema.  Deleuze e Guattari afirmam que faz parte da compreensão de um conceito filosófico a sua compreensão não-conceitual: os conceitos não remetem apenas a outros conceitos, “os conceitos remetem eles mesmos a uma compreensão não-conceitual. (...) O não-filosófico está talvez mais no coração da filosofia que a própria filosofia, e significa que a filosofia não pode contentar-se em ser compreendida somente de maneira filosófica ou conceitual, mas que ela se endereça também, em sua essência, aos não-filósofos” (O que é a filosofia?, Editora 34, p. 57). Para compreendermos adequadamente toda a potência que um conceito filosófico possui, é necessário que saibamos ter igualmente uma compreensão não-conceitual do conceito. Esta compreensão não-conceitual implica que saibamos compreendê-lo também politicamente, etologicamente, clinicamente, eticamente, enfim, poeticamente. Esta compreensão poética, heterogenética, não é exterior ao conceito, uma vez que faz parte da compreensão do conceito o seu devir poético, ao mesmo tempo em que o poético devém filosófico: era esse agenciamento conceito-poesia que as aulas de Claudio generosamente nos ofereciam, e que faziam de Claudio nosso intercessor. Nesse devir que vai do conceito à poesia, e da poesia ao conceito, o pensamento e o corpo se  mostram  como as duas metades de uma  vida que é Afeto.

Acerca do seu precioso livro que agora lemos, Gilles Deleuze: a Grande Aventura do Pensamento, o próprio Claudio se refere ao seu trabalho “como se fosse um poema”. Citamos Manoel de Barros porque é nele que podemos encontrar o seguinte verso: “O poeta é aquele que vai até à infância e volta”. E aquele que vai não é o mesmo que retorna, pois se opera no intervalo uma metamorfose, um devir, uma salut: a prática da inocência. O mesmo pode ser dito de um filósofo, como Claudio, que nos ensina que “a filosofia é a mais inocente das ocupações”. Nietzsche dizia que “só podemos destruir sendo criadores”. Destruição como crítica, criação como clínica. Crítica e clínica: as duas metades de um devir-criança.

Em um de seus últimos cursos ministrados, e publicado sob o título A coragem da verdade, Michel Foucault, que pouco se refere a Espinosa, cita o autor da Ética de uma forma que  revela a admiração que nutria por Espinosa, a despeito das poucas palavras escritas que lhe dedicou. Segundo Foucault, em Espinosa fazer filosofia é inseparável da produção de uma vida filosófica. Produzir um modo de vida filosófico, este é o principal desejo que tem na filosofia a sua causa eficiente. Em Espinosa, a vida filosófica não é uma vida à parte, ela é a vida mesma. Produzir uma vida filosófica requer não apenas amor à Verdade ou à Sabedoria, requer sobretudo coragem. E disto a própria vida de Espinosa dá o testemunho. A philia, como amizade ou amor à Sabedoria, nada é sem a coragem de viver filosoficamente esse amor, esse afeto. Decerto que não faltou amor à sabedoria em muitos filósofos, mas poucos foram além do amor, poucos exerceram esta coragem que a filosofia pede. Há uma dimensão clínica nessa coragem, pois toda cura começa na coragem. Coragem não exatamente para enfrentar a doença, mas coragem para viver de acordo com a saúde. E Claudio, como poucos, é o exemplo vivo de um filósofo brasileiro que resistiu com salut e coragem. Claudio viveu, desde sua Macaé, um modo de vida no qual não faltaram amor e amizade, mas estes foram potencializados pela coragem, coragem esta que a própria amizade e amor pedem, para que assim sejam potências do Afeto.

Segundo Deleuze (Nietzsche et la philosophie, p. 119), há um devir-verdade que não se opõe ao falso; o devir-verdade dá ao falso uma potência de criação que o liberta de ser o negativo da Verdade que não tem devir. O devir-verdade é a adequação do pensamento ao agir, e que faz da filosofia a mais necessária das práticas: a de ensinar pela conduta.

Falar ou escrever sobre Claudio Ulpiano nos põe, como diria Manoel de Barros, em “estado de rascunho”: um  “afloramento de falas” vem ocupar nossa voz. Somente como rascunho, anexatos, podemos conquistar alguma consistência, mas sem perder o infinito.  Falar sobre Claudio, só o podemos, deixando nascer em nós um sujeito coletivo de enunciação: poli-fonia - múltiplas vozes. Isto porque Claudio Ulpiano assinou seu nome para expressar singularidades e acontecimentos dos quais ele foi e é o criador. O nome de Claudio é a assinatura através da qual vemos paisagens, personagens, acontecimentos, afetos, experimentações, devires, beleza, sujeitos larvares, mundos por criar.

Segundo Espinosa (Deleuze, Spinoza: immortalité et éternité.Paris: Gallimard, 2001. 2 CDs), quando a morte leva uma criança, a morte leva a maior parte desta pequena existência, mas não leva tudo: algo da criança permanece. Isto nos mostra que o poder da morte não é absoluto. Se a criança viveu ao menos um dia de vida, a morte não tem poder para levar e apagar este um dia. A morte, na verdade, levará os dois anos da criança, ou os seus 10 anos. Ou seja, a morte só pode levar o que não foi vida. Ela só pode apagar o que não existe ou existirá: os anos que a criança não viverá. A morte só tem poder onde reina cronos, e não onde há a instauração de aion. A morte é ausência, privação. Mesmo antes de ter nascido, a criança existiu, como essência, no desejo dos seus pais, como parte da essência destes. E esse desejo também a morte não pode apagar, assim como a escuridão não pode apagar a luz, dado que a escuridão é tão somente a ausência da luz. Por mais estranho que possa parecer, a morte não leva nada, pois ela vem do exterior de nossa essência, e apenas leva o que é exterior a esta. Para Espinosa, quanto mais potência uma essência possui, mais expansão ela é capaz de conquistar, reduzindo ao mínimo o poder de subtração da morte. Quem mais na vida se multiplica, e vida se multiplica com vida, menos subtraído pode ser por aquilo que não é vida.

Espinosa diz ainda que o homem que soube fazer de sua existência uma expressão da Vida, que é potência absoluta, deste homem a morte apagará a menor parte, pois a outra parte, a maior, não pode ser apagada a não ser apagando o universo inteiro. Por isso, essa menor parte que é levada/apagada em nada diminui aquele que no infinito aprendeu a se fazer inteiro. Inteiro não como algo que aumenta com os anos, e que envolve quantidades numéricas, pois se trata de se tornar inteiro como uma quantidade não numérica, múltipla, uma potência: um “quantum de vida”, como diz belamente Claudio. A maior parte de Claudio vive em nós como aquilo que nos aumenta a Vida.

No Prefácio que escreveu para o livro de Claudio, o Prof° Luiz Orlandi se refere a Claudio como  um signo-luz. Em suas aulas, víamos e ouvíamos esse signo-luz, e então tudo se clareava e compreendíamos por onde avançar e ir - pelos livros e, sobretudo, pela vida. Hoje esse brilho está também em seu livro, como o clarão de que fala Deleuze, como o relâmpago que canta Paulinho Moska.

No conto O livro de Areia, Borges nos relata o seguinte fato: um homem encontra um livro que porta um segredo (tomo de empréstimo essa palavra do Prof° Mário Bruno ao se referir a Claudio). O homem abre o livro e lê uma de suas páginas, e depois o fecha. Abrindo novamente o livro, ele tenta voltar à página lida, porém não a encontra. A cada vez que o livro se abre, uma página nova se mostra: o livro era uma Diferença que cada página singular repetia, diferencialmente. O livro possuía somente páginas por descobrir, nas quais acontecia um sentido sempre novo, de tal modo que a recognição nada tinha a fazer ali. O livro era um encontro, sempre: e cada encontro tornava o homem também diferente, como se lhe nascessem novos olhos. O homem tentou então achar o fim do livro, o seu término. Um novo paradoxo se mostrou: o livro não possuía última página, pois novas páginas emergiam da virtualidade da obra. O homem tentou encontrar a primeira página: esta também não podia ser achada, uma vez que novas páginas surgiam redesenhando o começo. O livro não contava histórias, apenas devires. Na verdade, o homem descobriu que o tal livro possuía tão somente páginas do meio, e estas eram infinitas. Infinitas não numericamente, mas infinitas em sentido, em potência de expressão. O livro somente possuía páginas do meio, e estas eram meio para experimentações com o espírito, mais do que com a letra. Era um livro infinito, tal como o inesgotável e belíssimo livro que o signo-luz Claudio escreveu.

Elton Luiz Leite de Souza

Professor de Filosofia da Unirio

(discurso feito em ocasião do lançamento do livro Gilles Deleuze: A Grande Aventura do Pensamento em Macaé, em 4 de junho de 2013)


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Primeiro livro de Claudio Ulpiano será lançado na PUC

Jornal do Brasil – Cultura – Domingo, 24 de março: PROFESSOR QUE MESCLAVA A FILOSOFIA COM A VIDA TEVE UMA MULTIDÃO DE SEGUIDORES

Ulpiano foi um filósofo que revolucionou o ensino da filosofia no RioGilles Deleuze: a Grande Aventura do Pensamento, versão em livro da tese de doutoramento de Claudio Ulpiano, é a única obra escrita pelo autor com intenção de publicação.  O livro, de 280 páginas, será lançado pela Editora Funemac Livros e pelo Centro de Estudos Claudio Ulpiano, no dia 8 de abril, na PUC-RJ.

Ulpiano foi um filósofo que revolucionou o ensino da filosofia no Rio de Janeiro quando, no início dos anos 80, levou a filosofia para fora das universidades. Suas aulas eram disputadas em incontáveis grupos de estudo frequentados por pessoas de todas as profissões e idades, em vários locais do Rio. Além de acompanhar fascinados pelas brilhante explicações filosóficas de Ulpiano, muitos de seus alunos gravavam suas disputadas aulas.

Também na UFF e na UERJ, onde foi professor, suas aulas eram assistidas por uma enorme quantidade de alunos, de dentro e de fora da instituição.  Durante toda a sua vida, Claudio privilegiou a tradição oral do ensino da filosofia, deixando em todos que assistiram suas aulas uma impressão profunda, causada pela limpidez de suas exposições e o rigor do seu pensamento.

Embora possa ser considerado o maior divulgador do pensamento de Gilles Deleuze no Brasil, sua associação com este filósofo vai muito além de uma simples reprodução teórica.  Ulpiano foi um singular intercessor de Deleuze, revelando e desdobrando os conceitos e referências do filósofo francês; trazendo o pensamento deleuziano para dentro da vida cotidiana.

A originalidade de Gilles Deleuze: a Grande Aventura do Pensamento começa na  própria escritura do livro, rizomática, quase literária, a literatura se compondo com a filosofia no que esta tem de vigorosa, criativa, revolucionária. Ulpiano faz com Deleuze o que este fez com Bergson, Kant, Hume, Nietzsche – não o explica, antes associa-se a ele, tornando “ato” o pensamento do filósofo, liberando ideias presentes em sua obra, mas não atualizadas por ele.

Esta é a grande originalidade desse livro, nascido do interior da filosofia, mergulhado no seu movimento próprio, o autor consegue expandir a compreensão da obra deleuziana. Em Gilles Deleuze: a Grande Aventura do Pensamento, a filosofia está viva. Melhor dizendo, na escrita de Ulpiano, como outrora em suas aulas, não há diferença entre a filosofia e a vida.

História de vida

Claudio Ulpiano nasceu em Macaé, em 1932. Começou sua carreira acadêmica no final dos anos 70, dando aulas na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e na UFF (Universidade Federal Fluminense). Era fácil descobrir em que sala da universidade ele se encontrava, e mesmo em que corredor ficava esta sala. Uma multidão de alunos, vindos de diferentes cursos e até de fora da instituição, lotava o local onde ele dava aula, espalhando-se pelo chão, pelo corredor, usando até mesmo o espaço das janelas para garantir um lugar.

Os anos 80 marcaram o início dos inúmeros grupos de estudo que se formaram em torno dele. O primeiro aconteceu no próprio apartamento de Claudio, na rua Araucária, onde alguns alunos da UERJ e seus amigos passaram a se encontrar todos os sábados para assistir aulas que podiam se estender por dez horas seguidas. Sempre de preto, cigarro nas mãos, a figura de Claudio, serena e firme, causava forte impressão.

Pouco depois, foi um grupo de professores da UFF que começou a se reunir no apartamento de um deles. Deste segundo grupo originou-se a primeira turma formada por alunos que não vinham diretamente das universidades onde Claudio era professor.

Daí em diante, esses grupos independentes se disseminaram pelo Rio de Janeiro, reunindo pessoas de todas as idades e profissões. Os cursos aconteciam não só nas casas dos alunos, mas também em espaços alternativos, escolas particulares, centro culturais etc. De 1980 até 1998, quando a doença o impediu de continuar, suas aulas seguiram atraindo um público cada vez maior e mais variado: estudantes, cientistas, músicos, donas-de-casa, economistas, empresários, artistas de todas as áreas etc.

Ulpiano não fazia distinção entre a filosofia e a vida, ou entre pensar e viver. Para este filósofo, pensar era um ato que servia, acima de tudo, para aumentar a potência da vida – da vida de cada um, e da Vida em si mesma. É por essa razão que suas aulas marcaram de modo indelével o espírito de todos que as assistiram.

Para Claudio, que conhecia tão profundamente a história da filosofia, que dominava com tanta facilidade a diversidade dos saberes, o que importava era atingir, através do pensamento, a mais difícil das questões humanas: a finitude.

Ele trazia esta questão até cada um, forçava a pensá-la, e procurava, com o rigor do seu saber e o encanto da sua criatividade, a saída mais bela: a da ética. A luta mais essencial: a da liberdade. Uma pergunta se levantava ao final das suas aulas, e continuava ecoando quando seus alunos – ou seguidores - voltavam para casa. Era como se o filósofo  perguntasse, silenciosamente: O que fazer com a nossa única vida? – ao mesmo tempo em que ensinava, com o exemplo dos gregos, e instigava, com a beleza de suas aulas, a fazer desta única vida uma obra de arte.

LINK para a reportagem: http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2013/03/24/primeiro-livro-de-claudio-ulpiano-sera-lancado-na-puc/

LANÇAMENTO – LIVRO DE CLAUDIO ULPIANO

O Centro de Estudos Claudio Ulpiano e a Funemac Livros têm o prazer de convidá-los para o lançamento do livro “GILLES DELEUZE: A GRANDE AVENTURA DO PENSAMENTO”, de CLAUDIO ULPIANO.  O evento, promovido pelo Departamento de Direito da PUC e organizado pelo Centro de Estudos Claudio Ulpiano, será na próxima 2ª feira, 8 de abril, a partir das 19:30, no auditório B8, na cobertura do Edifício da Amizade, Ala Frings.

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Local: PUC-Rio - Campus da Gávea - Auditório B8 - cobertura do Edifício da Amizade - Ala Frings - Rua Marquês de São Vicente 225 - Gávea - Rio de Janeiro - RJ

 

Abertura:

- Maurício Rocha (PUC-Rio)

- Silvia Ulpiano (CCLULP)

Professores Palestrantes:

- Tatiana Roque (UFRJ)

- Mario Bruno (UERJ-UFF)

- Alterives Maciel (PUC-Rio)

- Luiz Manoel Lopes (UFC)

- Elton Luiz (UNIRIO)

Artistas, Alunos, Leituras e falas:

- Marici Passini e Renata Bergo Duarte (CCLULP - Ritornelo Livros)

- Marcelo Braga (dançarino, coreógrafo)

- Sascha Amback (músico, compositor)

- Eduardo Goldenstein (cineasta)

- Paulinho Moska (cantor, compositor)