Com Deleuze

Deleuze atravessa em nosso pensamento - que dor! A mesma do amante que não sabe transformar em poema os pontos sensuais do corpo amado. A Lógica do sentido, a fonte, ao que parece, de água insuportável. Diferença e repetição. As coisas melhoram: como melhora para o moribundo saber que logo irá morrer.

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